Domingo, 14 de Junho de 2009
Sexta-feira, 12 de Junho de 2009
tem lágrima que é de alegria...
tem gente que fere (sem saber)
tem lembrança que é eterna...
tem incerteza que é a certeza (de algo ou alguém)
tem coisa que é melhor não ser dita, e tem aquela que não se pode calar...tem coisa que não precisa explicar... tem coisa que se morre explicando...tem um momento que é só você.Quando tudo parece não bastar.Tem sentimento que confunde...
Sábado, 30 de Maio de 2009
Terça-feira, 26 de Maio de 2009
Nada restou... estou aqui a esperar
O momento exato de dizer que acabou
Um simples adeus...
Não há nada a ser dito que não comprometa a verdade.
E sendo assim, conformado estou, com a mentiraSou parte da sua alegria
E o motivo de toda a sua dor
Sou cada sorriso... o derramar de toda lágrima
Sou quem recolhe os seus cacos
Sou quem chora sua ausência
Quem sorri ao te encontrar
Uma dor diferente... comum a toda gente
Lágrimas ... ranger de dentes
Solidão em meio a multidão
Sentado no quarto escuro
A vida, como um filme... passa devagar
O vazio do silêncio... assusta e conforta
Sou quem penso que sou?
sou sozinho... mesmo ao seu lado
Amar nem sempre é o bastante
Vou longe... mas sempre volto
Não vou sem questionar... nem volto sem chorar
Tudo é novo realmente... o vazio se foi?
De onde vinha dor ... hoje transborda o amor
Deixo doer... deixo ir...
Sinto-me livre... assim sem mais...
Ainda estou no mesmo lugar.
Quinta-feira, 9 de Abril de 2009
Quinta-feira, 12 de Março de 2009
Vem comigo...
Ok...você chegou aqui!
Então cuidado...
Aproxime-se devagar...com calma
Não pense que sabe...
Ninguém sabe...
As coisas nem sempre são o que parecem
Mas, a graça está justamente aí
O prazer de descobrir...
Encontrar algo e aproveitar
Algo diferente, incomum?
Não!!
Sentimentos, em geral
São bem parecidos
Não se assuste...
Aproveite...deguste, desfrute
Viaje comigo
Aos poucos, com carinho
Sentindo...com todo coração e alma
Desperte os sentidos
Para onde vamos?
Não sei...e se soubesse não diria
Perderia a magia...
Vem...
(17 Julho, 2005)
Forma das nuvens
Quem dera, soubesse cantar!
Cantaria belas melodias
Trazendo somente alegria
Mas, não sei cantar
Não se pode ter tudo..
Ah, mundo ingrato!
Leva para longe pessoas queridas
Muda nossas vidas
Ficamos assim
Quem dera, soubesse cantar!
Cantaria...para acalmar
Para os enamorados
Para as crianças
Cantaria belas e doces melodias
O vento está especialmente forte hoje
Conheço essa ventania
Doce melodia
Dissipa as nuvens
Ah, quem dera...saber cantar
Gosto de olhar as nuvens e suas formas
Nem sempre as mesmas para todos...
Mas, passam tão rápido
Levadas pela ventania, que mais parece melodia
Ah, quem dera...
Cantaria belas e doces melodias
Para crianças e enamorados
Fico admirada com as formas das nuvens
Que passam, assim tão depressa
Levadas pela ventania
Ah, quem dera
(17 Julho, 2005)
Pôr-do-sol
O Pôr-do-sol aproxima-se
Longo foi o dia
Sabe oque é engraçado?
Sinto a mesma agonia.
Não tem fim?
Choro sozinha
O fim do dia é lindo
Espetáculo de cores, pássaros no céu
Promessa de recomeço
Mas antes do novo dia
Enfretarei a noite
Preciso estar sozinha
Posso sonhar, desejar
Quero tudo de novo
Quero voltar
Sinto-me impotente
Revoltada por ser, sem querer
Começo errado
Remorso não vem ao caso
Foi você
Lugar errado
Longe demais, perfeito demais
Transformaria tudo em música
Para bailar sem parar
Sempre a mesma música
Nossa música
Fui eu que inventei você
Devia ter o controle
O Pôr-do-sol aproxima-se
(19 Junho, 2005)
Longo foi o dia
Sabe oque é engraçado?
Sinto a mesma agonia.
Não tem fim?
Choro sozinha
O fim do dia é lindo
Espetáculo de cores, pássaros no céu
Promessa de recomeço
Mas antes do novo dia
Enfretarei a noite
Preciso estar sozinha
Posso sonhar, desejar
Quero tudo de novo
Quero voltar
Sinto-me impotente
Revoltada por ser, sem querer
Começo errado
Remorso não vem ao caso
Foi você
Lugar errado
Longe demais, perfeito demais
Transformaria tudo em música
Para bailar sem parar
Sempre a mesma música
Nossa música
Fui eu que inventei você
Devia ter o controle
O Pôr-do-sol aproxima-se
Quantos caminhos
Bem sei, mas, finjo que não
Coração explodindo
Aquele sorriso
Bem sei, você sabe o que digo
Perceber o momento
Sentir a beleza do encontro
Chorar a grandeza do desencontro
Seguir assim, incompleto
Chorando tamanho desencontro
Bem sei quantos caminhos e todas as distâncias
Coração explodindo
Bem sei, mas finjo que não
(04 Agosto, 2005)
É sempre assim
Há uma calma que não reconheço como minha
Uma paz intensa na falta que você me faz
Sua ausência me lembra, falta algo
O que admiro em ti, quem dera ter pra mim
É sempre assim...
Não que não goste de tudo o que há em mim
Mas, gosto de muita coisa que falta
E sempre vai faltar
Sua ausência me lembra... falta algo em mim
Sou um tanto sozinho, um tanto perdido
Por mais que esteja aqui, estou longe
É sempre assim... falta algo em mim
(06 Agosto, 2005)
Uma paz intensa na falta que você me faz
Sua ausência me lembra, falta algo
O que admiro em ti, quem dera ter pra mim
É sempre assim...
Não que não goste de tudo o que há em mim
Mas, gosto de muita coisa que falta
E sempre vai faltar
Sua ausência me lembra... falta algo em mim
Sou um tanto sozinho, um tanto perdido
Por mais que esteja aqui, estou longe
É sempre assim... falta algo em mim
Sinta
Sinta o perfume
Exalando todo o desejo
Toque com a alma
Enconste aqui
Ouça o silêncio
Diz mais que todas as palavras
Sabemos o que somos e somos muito
Toque, só com a alma
Com a alma eu sinto
Perfume que exala todo o desejo
Sabemos o quanto somos
Dizer todas as coisas...de todas as formas
Nem sempre é o bastante
Ouça o silêncio, ele diz tudo
Estou no silêncio
O silêncio que diz tudo
(06 Agosto, 2005)
Pobres letras
Muitas vezes, todas as vezes
Como vício, pecado da carne
As letras todas, transbordam
Perdidas em meio a falta de sentido
Seguem sem rumo e quase nunca voltam
Não são minhas, nem sempre são para alguém
Nem sei, se são o que tentam ser
Muitas vezes, todas as vezes
Desisto, e nunca se tornam o que deveriam
Ficam no caminho, sendo letras perdidas
Letras que se perdem em meio a falta de sentido
(07 Agosto, 2005)
Mulheres ingratas
Surpresas e declarações
Beijos intensos
Amor louco
Paixão eterna
Luz de vela
Cartas de amor
Se possível serenatas
Sentir-se desejada, sempre
Especial, única
Mulheres ingratas...
Não percebem, o quanto são amadas
Querem contos de fadas
Precisam saber, o que vem depois do...e foram felizes pra sempre...
(07 Agosto, 2005)
Meio perdida
Estou meio assim...aflita
Algo estranho acontece
Dentro de mim
Transborda pelos olhos
Pensar no que sinto
Sentir o que penso
Virar-me ao avesso
Retorcendo tudo aqui dentro
Alimentando a loucura
Matando a sanidade de fome de verdade
Saudade do eu perfeito..
Eu perfeito que nunca fui
Estou meio assim...perdida
Vagando no futuro, revendo o passado
Lamentando as distâncias que nunca percorri
Tentando segurar o vento, parar o tempo
Questionando todas as minhas certezas
Certa de todas minhas incertezas
Descubro um eu...que não sou eu
Eu... mais eu que qualquer coisa ... que posso compreender
Eu com ou sem você...eu confuso
Quem é você? Quero mesmo saber?
É parte do eu...que penso estar completo
Quando me pego pensando em você
Ando meio assim...perdida
(08 Agosto, 2005)
Amor da maldade
A meiguice, a doçura
Desprezo, boto fora
Sou a agressão da alma
Sou a tortura, a loucura
Quero o que é ruim em mim
O eu mais eu que todos meus
Perdoe-me por te machucar
Sua ferida me alimenta
Sua dor me dá prazer
Ao abrir os olhos nessas manhãs frias
Percebo o quanto sou má
Cair no mundo, te deixar chorar
Fazer que implore por minha maldade
Esse desejo doido de te ver chorar
Ranger de dentes, puro desespero
Quero que implore por minha maldade
Eu ruim, o eu mais eu que conheço
Sandices de quem ama loucamente
Sem meiguice sem doçura
(09 Agosto, 2005)
Finjo de morta
O veneno corre, chega ao coração
Liberado no suor, escorre
Contamina os inocentes
Finjo de morta
Talvez passe desapercebida
Nem meu veneno, é pra todos
Sei lá o que estou dizendo
E você, porque está lendo?
Quem engana quem?
Você pensa que sabe, que entende
Imagino sua cara de interrogação
Essa interrogação é o que me alimenta
Deixo... tente analisar
Finjo de morta
(09 Agosto, 2005)
Quem não entende
O que desperta isso?
Raiva e medo
Dor e desejo
Que o mundo se exploda!
Quem não entende, quem não aceita
Pode lamentar
Loucura minha
O sorriso falso
O beijo sádico
A mentira em forma de promessa
Todo mundo é bonzinho
Quem não entende, não aceita
Mentem com autoridade
Digna de mestres
Conheço esse sorriso falso
Acompanhado do beijo molhado em veneno
Mas, todo mundo é bonzinho
(09 Agosto, 2005)
Comédia de vida
Comédia de vida
Quanta tolice, quanta inocência
No final, histórias engraçadas
Contadas em roda de amigos
Desencontros, procuras
No final, histórias engraçadas
Sonho de conquistas
Comédia de vida
Pessoas e lugares
Deixam saudade
Desilusões e desgostos
No final, histórias engraçadas
Em roda de amigos
Amores perdidos
Amigos traídos
Comédia de vida
No final, são histórias engraçadas
Contadas na roda de amigos
Amigos perdidos
Amores traídos
No final, são somente histórias engraçadas
Contadas na roda de amigos
(29 Junho, 2005)
Fingimento
Reservo meu o direito de gritar
Chorar, xingar, amaldiçoar
Reservo meu o direito de ser
Alma descontente
Assumo a infelicidade
Maldita hipocrisia
Rasgo as vestes da falsidade
Não finja, não minta
Admita o medo, a derrota, o fracasso
Negar não o faz mais feliz
Sua calma me irrita
Sua felicidade fingida, realmente me irrita
(28 Junho, 2005)
Preciso sentir
Peço licença a Camões
Fernando e Vinícius
Aos boêmios ébrios e apaixonados
Perdidos em meio aos copos vazios
Onde sorveram noutra hora
A última gota de amores mal sucedidos
Pobres vadios...amaram demais
Histórias de partidas e despedidas
Afogadas em bebidas baratas
Amores impossíveis
Grandes distâncias
Alma de poeta...chora seus amores perdidos
Sonha com o reencontro
Mesmo em meio a tantos desencontros
Não poderia ser diferente...
Sentimento avassalador
Mexe com as estruturas, leva a loucura
Aguça os sentidos, num descompasso delícioso
Respiração ofegante...apaixonante
Tortura, machuca
Leva a loucura...
Não tenho a pretensão...mas peço licença
Aos amantes...aos poetas...
Preciso sentir ...
(27 Junho, 2005)
Oque falta?
Não posso conter
As lágrimas...tudo oque tenho
Dor profunda e minha
Oque falta?
Sufoco o choro...não aceito
As vezes esqueço
Essa dor no meu peito
Foram minhas escolhas?
Ou tinha que ser?
Sinto o peso do mundo inteiro
Oque falta?
Não vejo onde errei
Onde me perdi
Não vejo oque agarrar
Será que devo soltar?
As cordas, os laços
Ir com o vento...me perder...para enfim
Um dia me achar
(27 Junho, 2005)
Brincando
Posso brincar de inventar
Chorar lágrimas de crocodilo
Dizer fui...o que bem quiz
Posso inventar de brincar
Sorrir algo amarelo
Dizer fui...oque bem quiz
Posso brincar e inventar
Palavras rimadas, inventadas
Dizer fui...o que bem quiz
Gosto do jogo das palavras
Sorrir e chorar
Dizer fui...o que bem quiz
(30 Junho, 2005)
Lembranças
Pensei em diário
Registrar os fatos
Mas...nada acontece
Que valha ser registrado
Tudo como antes...em seu devido lugar
Pensei em fotos
Registrar os fatos
Mas...nada acontece
Que dê tempo de ser fotografado
Pensei em poesia
Mas...nada rima
Diário, fotos, rimas e fatos
Lembranças...puro passado
(30 Junho, 2005)
Se pudesse
Se pudesse criaria
Outra pessoa
Outros defeitos
Outros medos
Tirava esse vazio
Preenchia com alegrias
Grandes conquistas
Se pudesse criaria
Todo dia
Outra pessoa
Pra ser outra a cada dia
Descobrir e redescobrir
Todo dia
Sem agonia
Serena, tranquila
Se pudesse te daria
Todas as respostas
Desvendaria toda vã filosofia
Se pudesse criaria
Daria vida aos desejos
Se pudesse...ai se pudesse...
(07 Julho, 2005)
Antes fosse
Nada a dizer
Sem novidades
É só esse aperto no peito
Vazio, sombrio
Tudo me dói
Não é solidão
Não é remorso
Minha agonia
As perguntas sem respostas
O dito calado, em silêncio
Maltrata toda alma
Nada a dizer
Mas se não digo
Morro
E morro descontente
Com esse aperto no peito
Antes fosse saudade
Antes fosse amor impossível
Quem dera fosse fome
Essa dor...de onde vem?
(07 Julho, 2005)
A velha estrada
Velha estrada
Voltando para casa
Reconheço o caminho
Percorrido tantas vezes
Em meio ao pranto
Cuidando das minhas feridas
Com o tempo...sei..cicatrizam
Trapos velhos, imundos
Contaminados
É o que tenho por curativo
Caminho longo...doloroso
Triste voltar derrotado
A dor da perda
A velha estrada
O mesmo caminho
Novas feridas
O mais ironico...
Trago comigo o inimigo
Vaidoso... com o gostinho da vitória
Esse eu ...cruel, insano
Inimigo meu...inimigo eu
(07 Julho, 2005)
Pegadas
Com passos largos
Tentei alcançar
Em vão
A vida corre
Fiquei então
Olhando o chão
Vi tantos rastros
Caminhos mil
Pegadas grandes e pequenas
Passos parados, fundos
Outros rasos
Passos que mal pisaram o chão
E as pegadas seguiam
Pensei...muitos passaram por aqui
Qual o caminho?
Quais pegadas devo seguir?
Decidi...trilhar meu próprio caminho
Deixando para trás minhas pegadas
Marcas de passos vacilantes
Que me trouxeram aqui
Espero que ninguém decida
Minhas pegadas seguir
(06 Julho, 2005)
Fim
Tudo começa
Tudo tem fim
Uma linha tênue
Sabes que é assim
Pensamentos
Breves momentos
Agonia, dor e tormento
Breves momentos
Sentimentos
Tudo...
Começo e fim
Uma linha tênue
Esperando o tal final feliz
Fim do começo
Fim é fim
Linha tênue
Separa você de mim
(06 Julho, 2005)
Tua cria
Sou tua cria
Crescida
Meio domesticada
Para olhos desatentos
Alma rebelde
Sei de quem sou filha
Sou tua cópia... de saia
Ouvi de você
A vida ensina
A cada lição
Vejo o quanto tinha razão
A vida ensina
Quero aprender
Missão nada fácil
Aprendizado sempre tira um pedaço
Do chão...do coração
Você tinha razão
A vida ensina
Sou tua cria
Com sede de vida
Sou tua cópia
Tua cria crescida
Com uma única certeza
A vida ensina
(06 Julho, 2005)
Destino
Algo está errado
Completamente fora dos eixos
Não reconheço
Tantos desencontros
Recomeços
Avessos ...do nada
Essa coisa que chamam de destino
Não serve de nada
Desculpas para acidentes
Mal entendidos
Justificativa para escolhas
Quase sempre mal feitas
Dedo estragado para escolhas
Sorte ou azar?
Somente escolhas mal feitas
(06 Julho, 2005)
Estranhos e verdadeiros
Sentimentos estranhos
Posse, raiva
Acho graça
Os pensamentos mais loucos
Inveja, medo
Acho graça
Desejo, repulsa
Sentimentos verdadeiros
Quero poderes que não tenho
Desejo controlar
O que deve ser...
Está fora de controle
Quero controlar o tempo
Quero diminuir a distância
Mas não controlo nem mesmo o que penso
E como penso...
(06 Julho, 2005)
Vai tudo bem
Causa nausea
Desfalece a alma
Quebra os ossos
Rasga a carne
Tédio mortal
Tudo, tudo igual
Diga o que quizer
Não me convence
Sinto-me mal
Tudo gira
Antes fosse bebida
Chamo de agonia
Quando perguntas
Só me irrita
Vá arrumar o que fazer
Deixe-me com minha nausea
Com toda essa rotina
Que consome todo o brilho
Se perguntares ...direi
Vai tudo bem
E vai mesmo...
Então...não me aborreça
(05 Julho, 2005)
Sinta o vento
Falando de coisas impossíveis
Lembrei de sonhos...vontade de rir
Não adianta ser clara...
Você não entenderia
Prefiro assim...sem sentido
Quando leio...
Posso sentir...o que de fato queria dizer
Sonhe comigo...sinta o que sinto
Ritmos...indo e vindo
Vento...bagunçando o cabelo
Sorriso bobo...
Sinta o que sinto...sinta o vento
Bagunçando o cabelo
O que dizer?
Nada...nada...
Sentir diz tudo...
Sonhe comigo...sinta o que sinto
Sinta o vento...bagunçando o cabelo
(04 Julho, 2005)
Absurdo
Feche os olhos
Volte no tempo
Avance talvez
Onde estará
O sentido de tudo
Sinta a pele arrepiar
Vento gélido cortando sem dó
Feche os olhos
Busque no fundo
Por mais absurdo que seja
Sinto teu respirar
Liberte as lembranças de infância
Ria da dor
Lamente o amor
Escute o pulsar do coração
Ele diz algo
Feche os olhos...eu insisto
É absurdo...sinto o teu respirar
Imploro..
Feche os olhos
Sinta o coração pulsar
Ele diz algo
(09 Julho, 2005)
Leito de morte
Como desvendar
O que está guardado
Segredado ao travesseiro
Leito de morte
Há sempre o que revelar
Leve consigo
Confessar só trará dor
Segredos da alma
Devem ser eternos segredos
Leito de morte
Faz pensar...sempre há o que revelar
Que a morte leve consigo
O moribundo e seus segredos imundos
O leito de morte..faz pensar
Sempre há o que revelar
O que está guardado
Segredado ao travesseiro
Leito de morte
Há sempre o que revelar
Leve consigo
Confessar só trará dor
Segredos da alma
Devem ser eternos segredos
Leito de morte
Faz pensar...sempre há o que revelar
Que a morte leve consigo
O moribundo e seus segredos imundos
O leito de morte..faz pensar
Sempre há o que revelar
(09 Julho, 2005)
O que é meu...
Será que é?
O tempo não é
Nem o vento
A verdade é minha
Também a mentira
Será?
Difícil avaliar o que temos
Impossível imaginar o que não temos
Temos muito
Mais do que merecemos
Menos do que desejamos
(09 Julho, 2005)
Novo dia
A luz de um novo dia
Dissipa a escuridão
Abranda a agonia
Renova as esperanças
Traz a bonança
Chega sempre com possibilidades
Resta aos pobres mortais
Saber enxergar
Transformar
Realizar
Encantar
É tudo confuso,
Por vezes sofrido
Mas acredito
Paga a pena
Um sorriso sincero
O brilho do olhar
A cumplicidade do amigo
Resta aos pobres mortais enxergar
(08 Julho, 2005)
Dissipa a escuridão
Abranda a agonia
Renova as esperanças
Traz a bonança
Chega sempre com possibilidades
Resta aos pobres mortais
Saber enxergar
Transformar
Realizar
Encantar
É tudo confuso,
Por vezes sofrido
Mas acredito
Paga a pena
Um sorriso sincero
O brilho do olhar
A cumplicidade do amigo
Resta aos pobres mortais enxergar